NATAL, RN · DESDE 2021
Dados que a sua equipe de agronomia consegue usar
A Lastro Azul nasceu da observação de que a maioria das fazendas coleta mais dados do que consegue organizar. Trabalhamos para mudar isso — sem substituir o julgamento técnico da equipe de campo.
Voltar ao inícioComo chegamos aqui
A Lastro Azul começou em 2021 a partir de um trabalho de consultoria em que o problema não era falta de dados — era que os dados de solo, de maquinário e de campo manual de uma mesma propriedade usavam identificadores de talhão completamente diferentes. Cada sistema tinha um nome. Nenhum conectava com o outro.
Percebemos que esse problema é mais comum do que parece. Fazendas que investiram em sensores, em imagens periódicas e em sistemas de gestão continuavam com equipes que precisavam de horas para montar uma tabela antes de começar qualquer análise agronômica.
Decidimos trabalhar especificamente nessa etapa: a organização dos registros antes da interpretação. Não para substituir o trabalho dos agrônomos, mas para que eles cheguem à análise com os dados já prontos para uso.
Hoje atendemos fazendas e cooperativas no Brasil, com foco em três modalidades de trabalho: revisão de estrutura de dados, piloto de fluxo de imagens e acompanhamento de safra completa.
Missão
Organizar registros de campo de forma que a equipe agronômica possa comparar fontes de dados diferentes sem precisar montar tabelas do zero a cada ciclo de análise.
Como trabalhamos
Começamos sempre pelo que já existe — sem exigir plataformas novas. Criamos um esquema de identificação por talhão que conecta as fontes existentes e documentamos os intervalos de coleta de cada camada de dado.
O que nos orienta
- A interpretação técnica pertence à equipe da fazenda
- Os dados ficam com o cliente ao final de qualquer trabalho
- Intervalos e fontes sempre documentados, nunca implícitos
- Estrutura que funcione mesmo sem nossa presença contínua
As pessoas por trás do trabalho
Rafael Fonseca
Gestão de Dados de Campo
Coordena a revisão de estruturas de dados e o desenvolvimento dos esquemas de identificação por talhão. Trabalha com registros agronômicos desde 2018.
Cláudia Menezes
Processamento de Imagens
Responsável pelos fluxos de imagens periódicas — da delimitação de talhões à entrega dos indicadores para as equipes de agronomia revisarem.
Tiago Nascimento
Integração de Registros Operacionais
Cuida da integração de logs de maquinário e cadernos de campo com os demais registros da propriedade, incluindo o treinamento das equipes de coleta de dados.
Como garantimos consistência nos entregáveis
Documentação de fontes e intervalos
Todo entregável inclui uma legenda de camadas descrevendo quais fontes contribuem para cada visão de dados — imagens, registros de solo, logs de maquinário, anotações de campo — com o intervalo de coleta de cada uma.
Privacidade dos dados operacionais
Trabalhamos sobre cópias fornecidas pelo cliente. Dados operacionais da propriedade não são armazenados após o encerramento do engajamento. O que foi organizado fica com o cliente.
Revisão em ciclos, não em etapa única
Nos engajamentos mais longos, os esquemas de identificação são revisados junto com a equipe a cada ciclo — para incorporar mudanças na operação sem perder o histórico já registrado.
Capacitação da equipe de campo
No acompanhamento safra a safra, a equipe de campo recebe treinamento sobre consistência na coleta de dados — formatação de datas, códigos de talhão e registros de maquinário — para que o padrão se mantenha após o encerramento do contrato.
Revisão final de indicadores
Ao encerrar a safra, comparamos os indicadores registrados ao longo do período com os resultados efetivamente colhidos — para que a equipe agronômica avalie o que os dados conseguiram (ou não) capturar.
Formatos abertos e portáveis
Os entregáveis são em formatos que a propriedade consegue abrir sem depender de software específico — CSV, GeoJSON, PDF e planilhas com estrutura documentada. Sem lock-in de plataforma.
Dados de campo no agronegócio brasileiro
Fazendas e cooperativas brasileiras têm acumulado volumes crescentes de dados agronômicos — imagens de drone e satélite, laudos de análise de solo, registros de aplicação de maquinário, anotações de campo de agrônomos e técnicos. O problema não é a quantidade de dados; é que cada fonte costuma usar seus próprios identificadores, unidades e formatos de data.
Quando uma equipe precisa cruzar o histórico de imagens de um talhão com os registros de solo e os logs de maquinário da mesma área, o trabalho de preparação dos dados pode levar mais tempo do que a análise em si. Esse problema de integração de registros de campo é o núcleo do trabalho da Lastro Azul.
Nossa abordagem parte do levantamento das fontes existentes na propriedade ou cooperativa, da criação de um esquema unificado de identificação de talhões e da documentação dos intervalos de coleta de cada camada. Esse trabalho preliminar — que chamamos de estruturação de dados de campo — é o que permite que imagens periódicas, registros manuais e logs operacionais sejam comparados de forma direta pela equipe agronômica.
Atuamos a partir de Natal (RN) e atendemos propriedades em diferentes regiões do Brasil, com trabalho presencial ou remoto conforme a necessidade de cada engajamento.
Quer entender se faz sentido para sua propriedade?
Conversamos sobre o estágio atual dos seus registros antes de propor qualquer modalidade de trabalho.
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